Saúde
Tocantins alerta população sobre a importância da prevenção ao suicídio
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O suicídio é uma junção de fatores psicológicos, sociais, emocionais, entre outros, sendo que prevenir é a única forma para evitá-lo e 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. O Estado do Tocantins através da Rede Estadual de Atenção Psicossocial alerta a população sobre a necessidade da conscientização e prevenção.

“Neste mês de setembro, alusivo à prevenção do suicídio, a Gerência da Rede de Atenção Psicossocial (GRAPS), realiza apoio técnico, de maneira mais específica, aos serviços da rede, com vistas ao desenvolvimento de ações de prevenção e educação em saúde”, esclarece a técnica da GRAPS, Marluce Pilger. 

Como forma de estruturar as ações ao longo dos anos em relação à violência autoprovocada e suicídio, o GRAPS está finalizando o Plano de Enfrentamento à Violência Autoprovocada do Estado do Tocantins, com ênfase na atenção integral à saúde. 

Prevenção 

Ainda segundo Marluce Pilger, “as formas mais efetivas de prevenção e abordagem, é a escuta disponível e acolhedora, além da observação na alteração do comportamento, do humor, entre outros. Tais observações e escutas auxiliam na identificação de um possível sofrimento mental e busca de ajuda profissional que, este, poderá avaliar melhor e realizar o manejo e conduta”.

A servidora complementa que “a prevenção é de suma importância e envolve família, comunidade, educação, saúde, entre outros. Neste mês os Centros de Atenção Psicossocial estão mobilizados e desenvolvendo ações em alusão ao setembro amarelo”, finaliza.  

Dados de suicídio 

Durante o período de 2017 a 2021, foram registrados no Tocantins 654 óbitos por suicídio, sendo destes 514 praticados por pessoas do sexo masculino. 

Ajuda

No Tocantins, a população pode buscar ajuda através do número 188, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos 139 municípios e ainda nos 21 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que dispõem de serviços de saúde voltados aos atendimentos de pessoas com sofrimento psíquico ou transtorno mental.  Nos CAPS também são realizados atendimentos a pessoas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras substâncias.

Os CAPS podem ser de tipo I, II, III, álcool e drogas (CAPS AD) e infanto-juvenil (CAPSi), sendo que o CAPS I é para atendimento a todas as faixas etárias, para transtornos mentais graves atende cidades e ou regiões com pelo menos 15 mil habitantes. O CAPS II atende o mesmo público do I, porém é instalado em cidade com pelo menos 70 mil habitantes, já o CAPS III é para população superior a 150 mil habitantes.

O CAPS AD é exclusivo para o público usuário de álcool e drogas, com atendimento a todas as faixas etárias, especializado em transtornos pelo uso de álcool e outras drogas. Já o CAPSi é especializado em atender crianças e adolescentes.

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