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Depois de confissão, acusadas de assassinar Gustavo mudam versão do caso à polícia
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Suspeitas de assassinato mudam versão

Na tarde desta segunda-feira, 24, as acusadas do assassinato do jovem Gustavo Arruda Ferreira foram novamente interrogadas e, conforme informações do delegado, houve mudança nas declarações de ambas. As novas declarações não serão divulgadas para não prejudicar o andamento das investigações. O promotor de justiça Daniel José de Oliveira Almeida reafirma que o parecer emitido pela promotoria se baseou no conteúdo dos autos encaminhados anteriormente pela autoridade policial.

Entenda o caso

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio do promotor de justiça Daniel José de Oliveira Almeida, emitiu parecer favorável à prisão preventiva de Talita Bonfati Ravali, 22, e Millena Coelho Feitosa, 23, pela morte de um jovem na cidade de Paraíso do Tocantins na noite da última sexta-feira, 20. Gustavo Arruda Ferreira, 24 anos, foi amordaçado e morto a facadas. O corpo foi encontrado pela própria família no porta-malas do carro da irmã dele há cerca de 10 quilômetros da cidade.

Conforme a promotoria, Talita Bonfati Ravali, em seu interrogatório na delegacia, confessou que praticou o homicídio da vítima sozinha, embora, segundo ela, a intenção tivesse sido apenas dar um susto. A companheira Millena apenas teria ajudado a ocultar o cadáver. A autora do crime disse que utilizou um remédio para dopar Gustavo e o amarrou. Diante da resistência do jovem ,que conseguia se soltar das cordas, Talita o acertou com golpes de facas. Como o jovem continuou se debatendo, a autora do crime o amordaçou com a camiseta que ele vestia e acertou vários golpes de martelo até que ele desmaiou.

Segundo o MPE, embasado nos autos policiais, Millena Coelho Feitosa afirmara durante o interrogatório que apenas ajudou a ocultar o cadáver da vítima, embora tivesse conhecimento dos planos de sua companheira. Disse ainda que Talita pretendia tomar o dinheiro de Gustavo e “sumir com ele” (Gustavo).

O crime teria acontecido na casa de Talita. A arma do crime foi encontrada num lote baldio próximo à residência dela. Diante da gravidade do crime, o MPE emitiu parecer pela decretação da prisão preventiva das duas jovens que confessaram envolvimento.

Fonte: Assessoria de Imprensa/ Ministério Público

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