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Projeto Barraginha beneficia cem famílias quilombolas no Sudeste do Tocantins
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A piscicultura em projetos de barraginhas tem se tornado uma alternativa para segurança alimentar e também para geração de renda das famílias quilombolas das Comunidades Poço d´Anta e Baião, no município de Almas. Para fomentar o cultivo de peixes, o Governo do Tocantins, por meio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), em parceria com a prefeitura, e empresa privadas, realiza, anualmente, o Projeto Barraginhas, com doação de alevinos à comunidade.

Na sexta edição, a inciativa vai ocorrer na manhã dessa sexta-feira, 17, propriedade do senhor Daniel Crisóstomo Valadares, na Comunidade Poço D´Anta, onde serão entregues 10 mil alevinos de peixes redondos, da empresa Pirapitinga, beneficiando cem famílias quilombolas da região sudeste. Na ocasião as famílias receberão palestras sobre o manejo e nutrição dos peixes, com o zootecnista Alberto Damasceno, da Socil Rações; e posteriormente, o acompanhamento técnico do Ruraltins para o manejo e despesca do pescado.

Coordenado pelo extensionista do Ruraltins em Almas, João Albuquerque Filho, esse projeto foi idealizado após a construção de barraginhas para amenizar a falta de água durante o período de estiagem no Tocantins. “Essas barraginhas foram instaladas pelo Governo do Estado, por meio da Semarh [Secretaria de Recursos Hídricos e Meio Ambiente], para melhorar a questão da seca na região, e com isso, estas comunidades encontraram outra forma de se beneficiar com esses reservatórios, que é a criação de peixes. Então buscamos para viabilizar esta produção e ajudar as famílias destas comunidades, tanto na complementação alimentar, quanto na geração de renda, com a venda do excedente”, explicou.

Esse projeto conta ainda com a parceria com da prefeitura Municipal, da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), e de associações e empresas privadas do ramo da piscicultura.

Barraginhas

As barraginhas são pequenas bacias de captação de águas da chuva e de enxurradas que foram construídas em 17 municípios do território sudeste do Tocantins, região que possuem longos períodos de estiagem. O projeto é desenvolvido pela Semarh em parceria com o Ruraltins visando propiciar a infiltração destas águas no solo, diminuindo os efeitos da erosão e do assoreamento e melhorando ainda a recarga dos aquíferos subterrâneos.

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